03 maio 2007

miscelânea


O pouco ou quase nada que sei de Shiva é que é o deus da transformação. Quero ter essa imagem em minha casa, quero me dar de presente, porque se há algo que eu idolatro é a possibilidade de transformação.
Não procurei nada sobre esse deus, não quero saber.
Não quero que me expliquem, não quero nenhuma narrativa centrada na realidade. Quero completar com minha fantasia e deixar que vocês façam o mesmo. Como as narrativas de Marco Pólo para o Grande Kan, exploradas magistralmente por Italo Calvino: um diálogo onde as interpretações estão mais ligadas ao ouvinte do que ao narrador, um diálogo onde impera a fantasia e a onde as informações são multi facetadas. Então, imaginem. Imaginem quem era Shiva para os seus seguidores, imaginem por que escrevo isso, imaginem comigo.
Acho que a idéia de mudança sempre é positiva, ou pelo menos, tem potencial pra isso. Mudança de casa, de foco, de amor, de objetivos. Olhar de novo pra alguém e achar um imbecil. Olhar um imbecil e achar alguém. Mudar o espelho e mudar o olho. Mudar, mudar. Chutar, reformular, reavaliar, pintar e bordar, mudar.

6 comentários:

  1. Eu nao poderei falar nada ..nao sei nada sobre ele, mas concordo com vc..e sempre bom ver a realidade com a perspectiva de mudanca

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  2. Cilene, como eu disse, vamos imaginar. E mudar.;0)
    Volte sempre.

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  3. Vivien:
    Mudança é o marco do mundo moderno. Tudo muda, inclusive as pessoas. Mas se elas são ou não transformadas é outra coisa.

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  4. Lino,tô na "moda-lavoisier".
    Totalmente. Reciclando a mim, aos que estão ou estiveram na minha vida.beijos.

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  5. Oba! Quero uma imagem de Shiva pra mim também :)

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  6. Márcia, não é linda?;0)

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