Queridos leitores-amigos, vi esse video no facebook e adorei. Vejam ate o final, vale a pena. Genial, geek e fofo.
beijos natalinos antecipados.
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10 dezembro 2010
Feliz Natal, queridos
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04 novembro 2010
Gauchismos

Faz algum tempo, o Bia me emprestou alguns livros bacanas, entre eles, o Música Perdida, escrito por Assis Brasil. Na época, muito impressionada com o livro, escrevi uma resenha e a publiquei aqui.
Agora, vendo que a Copa de Literatura vai acontecer, vi que o autor estaria envolvido e achei seu email. Joguei a vergonha no saco e escrevi para ele - mesmo com aquele receio de ser pentelha - e mandei a resenha.
Para minha grata surpresa, ele me respondeu rapidamente e de forma absolutamente gentil. O que reforça minha tese que a arrogância pertence aos mal amados e medíocres, pois quem tem uma carreira sólida e respeitabilidade, não precisa desses artifícios.
Para felicidade do meu ego querido, o professor Assis Brasil elogiou a resenha e pediu (!!!) para linká-la em seu site. Quasei pulei, né, crianças. Afinal, o que uma blogueira comum como eu estaria fazendo por lá? Adorei mesmo, pra mim é uma honra poder dar meus pitacos dentro da obra de um autor tão especial.
Após alguns emails, tomado de "gauchice", Assis Brasil escreveu:
"Buenas (desculpa; é que acordei muito gaúcho, hoje).
Tua bela resenha já está no meu site, inclusivamente com um link para o teu blog.
Mais uma vez, miles de gracias,
e um quebra-costela bem cinchado do
Assis Brasil
PS.: minha gauchice passa; amanhã estou normal..."
Depois de rir com a expressões peculiares desses sulistas, perguntei se poderia publicar isso no meu blog. E ele, ainda no arroubo da gauchice, respondeu:
"Buenas e me espalho! Nos gordos dou de plancha e nos magros
dou de talho!
Mas é claro, guria, podes botar o meu chasque no teu blog.
Vai ficar mais lindo que beijo de prima, e eu mais faceiro
que guri penteado.
Um quebra-costela bem cinchado do
Coronel Assis Brasil [todo gaúcho-homem é coronel --
ainda estou sob o ataque de gauchidade. Depois do meio-dia,
quando eu já tiver engraxado o bigode com um costilhar de
ovelha, já serei brasileiro de novo]"
O site do professor(ou coronel?) Assis Brasil é esse aqui, e pra quem não leu, minha resenha é essa.
*** publicado originalmente em abril em 2008.
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10 abril 2010
@EncForadoEixo

A coisa já começou certa pelo título: uma proposta que tira o foco dos grandes centros e passa a oferecer discussões em outras paragens.
Eu vi o #encForadoEixo divulgado no twitter, vi que ia ser aqui em Campinas e fui.
Cheguei totalmente estranha no ninho, imediatamente percebi que a maioria transitava por áreas ligadas à publicidade e não é esse meu foco de interesse. ( A não ser quando é pra ler os textos perspicazes e críticos da Denise, Lola e Baxt). Enfim.
Confesso que pensei como Angeli faria a festa, traduzinho caricaturalmente os tipos presentes...porque todos somos tipos, vamos combinar. ( Nada pessoal, queridos, quando vou a encontros de historiadores, penso a mesma coisa.)
O encontro teve um caráter informal que me agradou e que vai ao encontro da própria internet, que ao aproximar pessoas que forma substancial, quebrou certos paradigmas de conduta.
O início foi antológico: um professor da PUCC, Wagner Mello, abriu as apresentações.
Começou demonstrando total falta de familiaridade com as novas propostas midiáticas e educação, pois, ao se sentir incomodado com o banner eletrônico que reproduzia uma página de twitter, FICOU EM PÉ NA FRENTE, eu juro sobre o pc, ele fez isso. Ficou lá, em pé, para que as pessoas prestassem atenção somente nele.
Olha, alguém que não compreendeu que nativos digitais conseguem assobiar e chupar cana ao mesmo tempo, não pode falar de novas mídias e educação.
Ele divagou sem transparência conceitual: citou alguns autores de forma superficial que ficaram ali, sem que houvesse, efetivamente, uma condução de seu raciocínio.
E citou Aristóteles em inglês. Gente, foi uma tentativa bobinha de dar um ar acadêmico à apresentação. Quer citar no original? Cita em grego, então...rs
De resto, a apresentação mostrou tentativas ainda rudimentares de se implantar elementos relacionados à novas mídias dentro da faculdade campineira.
E não pensem que vou puxar sardinha para minha universidade não, porque não vou. Já ouvi cada batatada na Unicamp sobre internet e afins que nem sei como sobrevivi.
Acredito que a Educação como um todo continua encerrada em um olhar extremamente preconceituoso em relação à rede e suas - gingantescas - possibilidades. Para além disso, há que se perceber um receio patológico em minha classe em relação à mudança de paradigmas ( Eu sempre juro que não vou repetir clichês, mas é mais forte do que eu, me domina.)
Ao final da apresentação, depois de ter sido convidado a falar sobre cases de sucesso por um integrante do auditório e NÃO fazendo isso a contento - por razões óbvias - o palestrante foi indagado por @cerasoli da seguinte forma:
- Professor, esquecemos de perguntar: qual é sua arroba?
O professor, diante do mediador atônito, solta uma sonora gargalhada e diz:
- Isso depois eu respondo.
Pessoas, pessoas, ou ele não entendeu a pergunta, ou não tem twitter. Seja um caso ou outro, o que ele estava fazendo ali?
Para deixar o público feliz, entretanto, tivemos a presença de @luizcarioca, redator e blogueiro, que acertou a mão o tempo todo. Ou quase.
Citou os autores na mosca e colocou um vídeo que eu procurava já tempos, pois só havia assistido em um curso, Michel Serres, relativizando as "perdas" da tecnologia.
G-e-n-i-a-l.
O redator narrou experiência profissional, contou situações, deixou claro que opta por experimentar algo para realmente compreender seu processo, como fez com seu Blog: criou um para entender sua dinâmica.
Eu disse pra ele que achava que tinha mandando um grande unfollow, mas nem me lembrava o motivo, mas ele já havia avisado a plateia que sua fala nem sempre é suave, mas pode pegar na veia mesmo. Por isso, volta e meia, recebe uns unfollows nervosos. Melhor assim, nada pior do que povo que faz média.
É importante salientar que @luizcarioca tem um domínio fácil do público e que, certamente, todo mundo ficaria muito mais tempo ouvindo-o falar sobre sua forma de enxergar a rede.
Claro que ao se definir como anarquista eu imaginei Kropotkin rolando em cólicas: publicidade/consumo e anarquia só podem estar na mesma frase se for para um negar o outro, né, crianças?
Após um coffe que propiciou um papo com as pessoas, a palestra final foi do @interney: essa passeou por outras paragens.
Edney Souza, o @interney, se absteve de citar autores: fez uma apresentação correta, enxuta, pragmática. Optou por não discutir essas questões em nível acadêmico e mandou bala fazendo uma apresentação que era um relato do trabalho feito pelas agências publicitárias que utilizam novas mídias, especificamente, a @pólvora.
Para meus espanto total, pouquíssimas pessoas tinham visto o vídeo do greenpeace, censurado pela Nestlé, fato que o inspirou a dar um cutucão bem dado. Afinal, povo, a plateia ali não era formada por profissionais que se interessam por novas mídias e blablablá? Putz, mexe a bunda, cidadão.
Também me surpreendeu a pouca quantidade de perguntas para ele: visto que é uma das pessoas pioneiras nessa área, não havia nada que eles quisessem saber?
Estranho.
Mas creio que a plateia tenha gostado, pois a apresentação teve um forte cunho profissional: o cara sabia o que estava falando. Não estava baseando em hipóteses ou suposições, estava falando sobre algo do seu cotidiano.
Eu gostei do Encontro, certamente irei nos outros: só não prometo elogiar tudo ou ser "neutra", porque ninguém faz História e sai acreditando em "neutralidade". Mas prometo ser justa, ou procurar ser.
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21 março 2010
Eu gosto de domingo

Implico com quem não gosta de domingo. Acho clichê murmurar..."hum, quando escuto a musiquinha do Fantástico...". Ah, cara, com tv a cabo, livros, internet e O MUNDO TODO, só assiste Fantástico quem quer.
Ainda tropeço com quem diz que não tem "tempo para ler". Gente, nem vou me dar ao trabalho de argumentar, certo?
De mais a mais, sempre fui uma ardorosa defensora da segunda feira: dia internacional do começo das dietas, dos novos projetos, dia de rasgar foto de ex, dia de procurar novos rumos. Segunda é um grande dia, gente, é sim.
Quarta já é complicado: emperrada no meio da semana, indecisa, algo assim, meio PSDB.
Segunda não, segunda se coloca.
Hoje fiquei um tempão - na verdade, enquanto escrevo, estou ouvindo - um canal no youtube que descobri graças à Época: o MasPoxaVida, engraçadíssimo.
Existe uma dúvida quando à veracidade do autor: o fulano é um real geek ou um ator fazendo esse personagem?
Pouco importa para mim, já que o texto é incrivelmente engraçado e suas piadas realmente fazem parte do universo geek. Eu sugiro que você assista, sempre é bom encontrar novas formas de humor.
De resto, planejo passar no shopping com Daniel. Vou reformar seu quarto e há muita coisa pra escolher, como cama, estantes, etc.
Mas domingo de professor nunca é só lazer, nunquinha da silva; uma boa pilha de textos da moçada da quinta série me espera para corrigir e devolver para a reescrita.
Nosso projeto é escrever um livrinho - totalmente manuscrito, ilustrado, coisa e tal - sobre pré-História. Depois scaneio alguns e mostro aqui.
Bom domingão a todos.
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27 junho 2009
O dia que os marcianos invadiram a Terra ( com atualizações)
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Na quinta feira eu estava na faculdade para aplicar prova substitutiva, entregar atas, essas coisas.
Na sala dos professores, estava lendo o twitter, quando vi que Michael Jackson estava hospitalizado. Não demorou muito para ler a triste notícia de sua morte.
Eu fiquei atônita, virei para os professores e disse, ainda com cara de muro sem pintar:
- Gente, Michael Jackson morreu.
- ãh?
- sério? quando?
- De que?
- Vou ligar pro meu marido.
Uma das professoras resumiu o que muita gente pensava:
- Nossa, que baque...ele estava em uma outra escala pra mim, uma esfera de pessoas que não morriam.
Um professor chegou atrasado e palpitou:
- Ouvi na CBN que ainda não está confirmado...
Infelizmente estava e tudo ficou estranho mesmo. Pintou um dejavù: me lembrei de quanto chorei na morte de Elvis, quando ainda era criança e me lembrei de como fiquei incrédula quando do momento do ataque às torres gêmeas.
A sensação mesclou essas experiências: se por um lado eu fiquei triste, por outro fiquei completamente chocada, como se algo completamente estranho - como uma invasão alienígena - tivesse acontecido.
Na noite de sexta e durante o dia de ontem, revi à exaustão inúmeros clipes dele. Sempre maravilhosos, intensos, dotados de uma força ímpar e de uma estética curiosa.
Zapear a tv e vê-lo em todos os canais reforçava a idéia insólita dos marcianos invadindo a Terra. Tudo parecia um filme hollywoodiano, era irreal, era ruim.
Foi impossível não chorar.
Meu pouco conhecimento de black music não me autoriza a discutir sua obra, vou me limitar a dizer que curti muito nos anos 80 e em parte dos 90.
Acho que ele acabou por personificar uma incoerência produzida por uma sociedade incoerente e racista: sua música, sua dança, tudo tinha uma pegada totalmente black, enquanto que ele se transfigurou naquela triste caricatura branca.
Se transformou naquela figura frágil, envolta em uma mítica doentia de Peter Pan, solitário e sucumbindo a escândalos. Longe de ser visto como o artista de talento absurdo que foi, aparecia na imprensa por conta das bizarrices, sobre as quais falava com aquela voz de castrati.
Eu só sei que cresci cantando e dançando MJ. Só digo que realmente fiquei muito triste.
Só digo para vocês que na quinta-feira, esse fato me fez lembrar que a vida é ridiculamente curta.
'Bora aproveitar.
**** Eu pensei muito antes de escolher o vídeo para colocar aqui, porque afinal, são muitos os clipes clássicos de MJ.
Enfim, escolhi a apresentação de 1983, onde ele faz o moonwalk em público pela primeira vez. Acontece no final da apresentação, depois de 3min39, vejam como o público grita, é demais.;0)
09 maio 2009
Conversa de passarinho

Ontem eu entrei no Twitter. Sei que estou sendo meio lerdinha, pois me parece que o ápice se deu em novembro - salvo engano - mas eu demorei para decidir se entrava ou não.
É divertido. Para quem ainda não entrou ou não conhece, se trata de uma nova ferramenta para interagir com outros internautas: uma espécie de microblog onde são postadas mensagens de até 140 caracteres e tem como mote a seguinte pergunta:"O que você está fazendo?"
Aí você diz o que quiser.;0)
Quando você "segue" alguém, todas as postagens desse usuário vão para sua página. Por exemplo, eu estou seguindo umas quarenta pessoas, entre famosos distantes e amigos queridos, tudo que eles twittam, aparece na minha página.
Acho que ainda preciso explorar as possibilidades midiáticas dessa ferramenta, mas por hora, digo para vocês: é bem interessante e divertido. Vamos ver se o twiiter vinga, porque parece que grande parte dos ingressantes o abandona no período de três meses. Vamos ver o que rola.
A blogueira Marina W. mandou bem nesse exemplo de atuação do twitter, veja você:
" Jornal: John Lennon morreu ontem.
Blog: John Lennon acaba de morrer.
Twitter: John Lennon está dando autógrafo para um esquisitão ali na esquina"
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16 maio 2008
Escrever, escrever e escrever
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03 agosto 2007
Familia on line

Jã disse aqui que tenho uma familia grande.Minha mãe tem sete irmãos, milhões de primos.Eu tenho contato com alguns primos de segundo, terceiro, quarto graus.Alguns vejo sempre, sou amiga, alguns quase nunca encontro.
Converso com uma prima que é uma graça: sabemos da vida uma da outra por nossa troca de emails,pois ela mora nos EUA há mais de 15 anos e durante todo esse tempo, não nos vimos. Falo com uma prima carioca-gaúcha que não vejo há séculos, com outra de Brasilia.... somos primas um tanto longínquas: nossas avós eram irmãs. Nossas avós eram duas lindas moças cariocas que se mudaram com a familia para o interior de São Paulo e se casaram com dois irmãos paulistas, filhos de fazendeiro, jovens violeiros e tropeiros, com direito a tocar berrante e tudo. Mas isso é tema pra outro post.
Essas primas que citei são um belo exmplo, se não fosse por essa coisa chamada internet - me lembro que a primeira vez que ouvi falar disso, de internet, achei que era ficção cientifica pura - não teríamos contato algum, em função da distância.
Agora essa ficção científica me aproxima de muita gente.
Outro dia, conversando com outro primo - filho de outra tia-avó - peguei essa imagem no mágico youtube: meu primo mandando brasa na bateria.Ele me contava sobre as viagens que já fez, buscando novos sons e novas formas de lidar com percussão....seja em Istambul ou países africanos.
Lembro dele se trancando no quarto, em Brasilia, pra furiosamente surrar a bateria, para loucura dos pais.Valeu pena, vejam vocês ele aqui,é Leander Motta, o moreno gatinho com a percussão.
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14 junho 2007
Dica da tia Vivien XI

Os blogs foram a descoberta do século para mim. Eu sempre li muito e adorei ler, mas descobri que gosto de escrever também. Aqui escrevo, leio e ainda troco uma figurinha lascada com pessoas que gostam das mesmas coisas.
Acho que achei minha tribo. Depois de 39 anos me sentindo um ser exógeno, achei minha tribo.
Claro que também existem subdivisões aqui, não leio todos, não gosto de todos. Odeio que me mandem spam do gênero :"escrevi um novo post, leia e comente". Ora, vá a m***.Leio e comento onde eu quiser, tenha a santa paciência.
Odeio o estilo "tenho raiva da vida" ou as pessoas que usam diminutivinhos a todo momentinho, são duas faces da mesma moeda, um horror.
Tem vários estilos de blogs que não volto, não preciso de mais do que uma zoiadinha pra perceber que não é minha praia.
Mas o que me alegra é ver quantos são bons, deliciosos, interessantes. Os que linkei aqui sou fã mesmo, leio e gosto demais.
Alguns eu descobri em blogs amigos, outros eu vi no meu contador que apareciam por aqui pra me ler várias vezes, outros foram chegando através de outros blogs. O caminho normal. O que me atrai em blogs são os textos bem feitos, ágeis, peculiares, bem humorados, bem informados, contundentes. Ando lendo tanta gente fera que nem sei.
E esses prêmios tem me apresentado a outros blogs viciantes.
Cada dia me vejo descobrindo mais gente blogando loucamente e adoro isso.
Alguns blogs bastam a primeira lida pra que eu saiba que vou voltar , vou comentar, vou indicar.
Conheci esses blogs há pouco tempo, mas já linkei e já viciei. Delícia.
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Outras vidas

Eu ainda não brinquei no Second Life: não entrei porque me conheço, conheço o nível da minha compulsão e essa coisa de criar personagens e interagir com outros, meio rpg, meio blog e meio loucura total deve ser uma delícia.
Se eu entrar, não saio nem a fórceps, tô dizendo.
O dia que eu entrar, vocês me esqueçam, faço um blog lá dentro e só saio de lá de ambulância, babando e cantando.
Nas poucas vezes que joguei The Simms, me diverti horrores.
Uma das vezes, montei um personagem-marido super bacana pra minha avatar, ele era escritor, bonito, inteligente, uma coisa. Só que eu o fiz tímido e minha prima adolescente, que jogava comigo, quis fazer massagem do fulano, dando uma bolinha básica pra ele.
Ele não só não deixava, como dava um chegapralá bem dado.Ê beleza.....mundo da fantasia é assim mesmo.
Uma outra vez, minha avatar deixava de arrumar a casa pra ficar lendo, quando se irritou com uma outra personagem , bateu com um peixe ( ?????) na cara dela Isso; deu com um peixe (???) na cara da fulana. Ai, que delícia, nunca taquei um peixe na cara de ninguém. O bacana era ver a outra personagem gritar e se encolher cada vez que via minha avatar.Medo de outra peixada no meio das fuças, acho.
A Urubua estava falando, com seu habitual e delicioso cinismo, sobre casamento na Second Life e morri de rir.
Se eu entrar, não saio nem a fórceps, tô dizendo.
O dia que eu entrar, vocês me esqueçam, faço um blog lá dentro e só saio de lá de ambulância, babando e cantando.
Nas poucas vezes que joguei The Simms, me diverti horrores.
Uma das vezes, montei um personagem-marido super bacana pra minha avatar, ele era escritor, bonito, inteligente, uma coisa. Só que eu o fiz tímido e minha prima adolescente, que jogava comigo, quis fazer massagem do fulano, dando uma bolinha básica pra ele.
Ele não só não deixava, como dava um chegapralá bem dado.Ê beleza.....mundo da fantasia é assim mesmo.
Uma outra vez, minha avatar deixava de arrumar a casa pra ficar lendo, quando se irritou com uma outra personagem , bateu com um peixe ( ?????) na cara dela Isso; deu com um peixe (???) na cara da fulana. Ai, que delícia, nunca taquei um peixe na cara de ninguém. O bacana era ver a outra personagem gritar e se encolher cada vez que via minha avatar.Medo de outra peixada no meio das fuças, acho.
A Urubua estava falando, com seu habitual e delicioso cinismo, sobre casamento na Second Life e morri de rir.
Ri porque vi como a loucura alheia é mais colorida que a nossa própria. Cada vez mais me convenço que o chato do Caetano estava certo: de perto ninguém é normal.
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26 setembro 2006
Sem título
Tomei um pau lascado outro dia no orkut.
Agora não estou nem entrando, mas eu andava discutindo em algumas comunidades.Aí me meti a falar mal do gerundismo em uma comunidade de professores.
O pessoal sacou uma argumentação pesada, baseada em linguístas, coisa e tal. Eu ainda dei um último balido dizendo que "gerundismo me doia nos ouvidos".
Um professor lá me derrubou com um cruzado de direita, dizendo que se esse era o tipo de argumento que eu tinha, nem ia mais perder tempo discutindo comigo.
(tóim! tomou?)
Bom, diante disso, sai à francesa, assobiando e fingindo não ter dito besteira nenhuma.
Quando eu aprender a argumentar como gente grande volto lá.
Nem se for só pra dar um pedala naquele um.
Agora não estou nem entrando, mas eu andava discutindo em algumas comunidades.Aí me meti a falar mal do gerundismo em uma comunidade de professores.
O pessoal sacou uma argumentação pesada, baseada em linguístas, coisa e tal. Eu ainda dei um último balido dizendo que "gerundismo me doia nos ouvidos".
Um professor lá me derrubou com um cruzado de direita, dizendo que se esse era o tipo de argumento que eu tinha, nem ia mais perder tempo discutindo comigo.
(tóim! tomou?)
Bom, diante disso, sai à francesa, assobiando e fingindo não ter dito besteira nenhuma.
Quando eu aprender a argumentar como gente grande volto lá.
Nem se for só pra dar um pedala naquele um.
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