25 dezembro 2006

Minhas Pessoas


Esse ano foi de muitas mudanças, mas foi principalmente , o ano das minhas Casas. A Casa que moro e que comprei e a Casa da Mãe Joana, blog que planejo fazer há três anos e que nunca tinha tido coragem.Bom, chegou uma hora que tive e fiz.
Com a ajuda do meu amigo e colega de trabalho , Tarcísio, que implica comigo e diz que , na sala dos professores, só quero ficar blogando. E ele está certo, só quero ficar escrevendo mesmo.
E lendo muito, pessoas como Bruno, cuja carreira acompanho há algum tempo, Aleksandra, com seus textos primorosos, Lipe, meu "primo" baiano, Tati, minha gurua, que reencontrei depois de mais de uma década, Rafael, de quem eu acho que nunca vou ganhar uma discussão, Anna, minha primeira querida amiga nessa tal blogosfera, Cyn que foi amizade na primeira leitura, Jan, que tem amor até no nome, Arnaldo , que com sua adorável Clélia, sempre tem um comentário pra lá de interessante pra fazer e Guga, que entre outras qualidades, é o homem mais cool que já conheci.
As coisas que ganhei e perdi nesse ano foram todas importantes pra mim, algumas eu aceitei: aceitei ganhar e aceitei perder. Só uma eu não aceitei perder e não aceito, mas isso é assunto meu e é assunto imblogável.
Nesse meu cultivo de amigos queridos, estão os amigos com quem trabalhei, amigos com quem estudei, amigos do rgp e amigos do blog.Estou feliz por tê-los em minha vida, cada qual com seu espaço e sua intensidade peculiar, mas todos com sua importância.
Não sei o que 2007 aguarda pra todos nós, só o que posso fazer é esperar que seja bom, que seja intenso, que seja grande.
Não posso e não quero dizer o que desejo pra mim nesse ano. Já disse pra quem é de direito.
Já disse.

11 comentários:

  1. Vi,
    tem dias que adivinho...vim aqui te dizer que nesse ano, em que fiz um monte de coisas ao mesmo tempo agora, inda por cima inventei de blogar(!), também fiz novos amigos(normamlmente eu junto amigos...) e tu, bem, és uma daquelas preciosas amizades que quero um bem enorme, que quero que se prolongue, que se açucare, que se prepare, que se espere, que se conheça mais e mais...
    um beijo grande
    Cyn

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  2. Cyn, adooooorei. Eu nunca tive pudores em dizer quando gosto de alguém, quando faço questão da amizade e adoro quando tenho essa mesma franqueza de volta, beijos!

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  3. Vivien,

    Não sou dado a balanços de final de ano e muito menos a planejamentos de ano novo. Mas se fosse escolher uma coisa que revolucionou (positivamente) minha rotina em 2006, foi este negócio de blog. O que começou por acaso virou um prazer, o que era prazer virou vício. E o mais interessante é que não é uma coisa virtual, quanto tantas outras nesse mundo de Internet. É bom conhecer pessoas na rede e depois descobrir que elas são de carne e osso.

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  4. Arnaldo, escrever tem sido a melhor terapia. Ler sempre foi...agora poder conversar com os autores que gosto, isso é deeeeemaaais.beijão procê.

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  5. Fico lisonjeado de ter sido citado aqui nesse post.

    Desejo a você grandes aventuras nesse próximo ano, afinal, é disso que vivemos.

    Ah, fique sabendo que a mãe do tratante ali embaixo adorou recebeu o filho mais cedo...

    Bj pra vc.

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  6. Tarcísio, vc sempre é citado aqui, afinal é "meu amigo de fé , meu irmão camarada.."...hahahahah....Que bom que sua mãe gostou de recebê-lo mais cedo, bj.

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  7. Clélia Riquino1:30 AM

    Vivien,

    O título deste seu post me fez lembrar o delicioso livro Minhas mulheres e meus homens, do Mario Prata [Objetiva, 1999]. Leu? Dele, também, temos Minhas tudo [Objetiva, 2001], que ainda não li...

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  8. Clélia, esse ainda não li...mas como gosto demais dele, com certeza, é uma grande dica de começo de ano.;0)

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  9. Clélia Riquino4:32 PM

    Trecho da orelha do livro:

    "Mario Prata tem quase 600 telefones na sua agenda. Um dia começou a prestar atenção naqueles nomes todos e viu que, com cada um deles, tinha vivido uma ou mais histórias - de amor, amizade, paixão, aventura, medo. Foi assim que nasceu este livro. De histórias reais. (...) Ele conta tudo. Só não dá o número do telefone."

    Prefácio

    "(...) Este livro, ensina o autor, pode ser lido em ordem alfabética, em ordem cronológica ou, ainda, pela seqüência dos nomes que um verbete remete para o outro. Pode ser lido assim e de infinitas maneiras, que cada leitor inventará de acordo com as suas próprias perguntas. (...)"

    Uma de minhas histórias preferidas:

    ANINHA DE FRANCESCO, criança (Jundiaí, 1986)

    Tinha dois anos e meio, cabelos cacheados loiros, azuis. Olavo Bilac diria que era uma boneca. Foi quando a Cíntia, a mãe, minha cunhada, casada com o Moreno, irmão da Luciana De Francesco, resolveu cortar um pouco cabelo. Pegou uma enorme tesoura que apavorou a indefesa criança.
    A Aninha, aterrorizada, sai correndo pela casa e a mãe atrás, com a tesoura. Depois, com muito jeito, foi explicando.
    - Não dói, filhinha. São só dois dedinhos, prometo.
    A menina, chorando, abre as mãozinhas trêmulas, olha para os dedinhos:
    - Quais?

    [extraída da pág. 28, do livro Minhas mulheres e meus homens]

    bjo,
    Clé

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  10. Clélia, hahahahaahhaahhah.....

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  11. Clélia Riquino9:06 AM

    Errata:

    No texto transcrito, faltou daquele na frase: "Foi quando a Cíntia, (...), resolveu cortar um pouco daquele cabelo."

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